Nota sobre Investimentos – Janeiro 2025
DATA: 11/02/25 Investimentos(Atualizado em 25/02/2025)
Janeiro foi um mês positivo para os perfis de investimentos da Previ Bayer, que obtiveram retornos acima de seus respectivos benchmarks (valores prévios).
Nos EUA, o FOMC decidiu unanimemente por manter a taxa de juros no intervalo de 4,25% a 4,5% ao ano. O Comitê sinalizou que o quadro econômico é incerto e que irá reagir de acordo com o cenário internacional, com as condições financeiras e do mercado de trabalho, e também, conforme as pressões e expectativas inflacionárias. O CPI teve alta de 0,4% em dezembro, puxado por custos de energia, moradia, alimentos e foodservice. O PCE também apresentou alta de 0,3% em dezembro e foi pressionado principalmente pela gasolina, transporte, serviços, veículos (incluindo peças) e atividades recreacionais.
As Bolsas dos EUA sofreram um grande impacto decorrente das BIG Techs, por conta do efeito do anúncio da DeepSeek (IA chinesa), mas conseguiram se recuperar ao longo do mês, com a aproximação da temporada de balanços. (S&P 500: 2,70%; Nasdaq 100: 2,22%; Dow Jones: 4,70%).
A inflação da Zona do Euro foi de 2,4% no mês de dezembro, em números anualizados. O maior impacto na inflação se originou do setor de serviços, seguido por alimentos, álcool e tabaco.
No Brasil, o IPCA de dezembro foi de 0,52%, 0,13 p.p. maior do que o de novembro (0,39%). O índice acumulou alta de 4,83% em 2024, ficando 0,33% acima do teto da meta. Os impactos mais bruscos no ano vieram dos grupos Alimentação e Bebidas (7,69% em 12 meses), Saúde e Cuidados Pessoais (6,09%) e Transportes (3,30%). Esses grupos foram responsáveis por 65% da inflação no período. Os itens com maiores impactos no ano foram a Gasolina (9,71%), Plano de Saúde (7,87%), Refeição Fora do Domicílio (5,70%) e Café Moído (39,60%). As passagens aéreas (-22,20%), Tomate (-25,86%) e Cebola (-35,31%) ajudaram a puxar o IPCA para baixo. Os diferentes efeitos climáticos ao longo do ano contribuíram de forma significativa para a elevação dos preços de diversos alimentos.
O Copom elevou a taxa Selic para 13,25%, considerando o dinamismo interno e dúvidas sobre o ritmo de desinflação nos EUA. A expectativa ainda é de um continuo aperto monetário, dada a desancoragem das expectativas de inflação projetadas pelo mercado (relatório FOCUS e projeções do COPOM).
Em relação aos principais índices de mercado no mês de janeiro, destacam-se o CDI, com 1,01%, IFIX com -3,07%, o IBOVESPA, com 4,86%, o SMLL, com 6,11%, o MSCI WORLD (BRL), com -2,58%, o IMA-B, com 1,07% e o Dólar, com -5,85%.
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